QUESTÕES

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Urbanismo > Sistema Viário e Mobilidade Urbana
  • Banca: CESPE
  • Órgão: SESAES
  • Cargo: Arquiteto
  • Ano: 2011
  • Nº: 96

As vias principais e as vias de trânsito rápido devem ter raio de curva interno mínimo de 100 m, para se adequar à velocidade da via, e declividade máxima de 8%, para favorecer a circulação de ônibus. Na via de trânsito rápido, é obrigatória a inclusão de faixa de desaceleração nos retornos. A deflexão permitida para o têiper (trecho de uma via com largura variável, utilizado como transição para faixa de aceleração ou desaceleração) tanto de faixas de aceleração quanto de desaceleração deve ser, no máximo, de 15 graus em relação à via.

Onde não existir sinalização regulamentadora, a velocidade máxima será de:

a) 80 km/h, nas vias de trânsito rápido;
b) 60 km/h, nas vias arteriais;
c) 40 km/h, nas vias coletoras;
d) 30 km/h, nas vias locais.

Com base no texto e na figura acima, julgue os itens que se seguem.


A letra A representada é a medida da faixa de desaceleração, tendo o têiper o comprimento representado pela letra B.

  • Banca: VUNESP
  • Órgão: PREFEITURA DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO - SP
  • Cargo: Arquiteto
  • Ano: 2011
  • Nº: 35

São vias públicas, pertencentes ao Sistema Viário Municipal,

(A) Avenidas Tipo 1, pertencentes ao Sistema Principal, com gabarito de 50,00 m, constituindo vias concêntricas e destinadas a favorecer o sistema de transporte coletivo.

(B) Avenidas Tipo 2, pertencentes ao Sistema Viário Principal, com gabarito de 34,00 m e interligando as vias radiais, de modo a constituirem anel viário e destinadas a favorecer o sistema de transporte coletivo.

(C) Avenidas Tipo 3, pertencentes ao Sistema Viário Terciário, com gabarito de 20,00 m, interligando bairros às Avenidas Tipo 4 e/ou anéis viários.

(D) Avenidas Tipo 4, pertencentes ao Sistema Viário Secundário, com gabarito de 24,00 m, interligando as vias concêntricas, de modo a constituirem anel viário e destinadas a favorecer o sistema de transporte coletivo.

(E) Avenidas Tipo 5, pertencentes ao Sistema Viário Terciário, com gabarito de 18,00 m, interligando bairros às Avenidas Tipo 4 e/ou anéis viários.

  • Banca: VUNESP
  • Órgão: PREFEITURA DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO - SP
  • Cargo: Arquiteto
  • Ano: 2011
  • Nº: 36

Nos planos destinados a Distritos e Mini-Distritos Industriais, ou de serviços, as vias públicas da área deverão possuir concordância de raio mínimo igual a

(A) 18 m.

(B) 16 m.

(C) 14 m.

(D) 10 m.

(E) 9 m.

  • Banca: FCC
  • Órgão: TRF-4
  • Cargo: Analista Judiciário Arquitetura
  • Ano: 2010
  • Nº: 66

Para o Sistema Viário Nacional na modalidade rodoviária, segundo o zoneamento implantado em áreas urbanas, a Via de Área Suburbana ou Intermediária (AS ou AI) é a via

(A) urbana ao lado de zonas residenciais, com características comerciais e moderada rotatividade de estacionamento, separada geograficamente da ACC.

(B) urbana com pequena quantidade de pedestre e pouca rotatividade de estacionamento.

(C) urbana da periferia com relativo movimento de comércio e média rotatividade de estacionamento, integrada geograficamente à ACC.

(D) de uma área urbana, com trânsito local que se sobrepõe aos movimentos diretos da via de área comercial central (ACC), com elevada procura de estacionamento e moderado trânsito de pedestres, separada geograficamente da ACC.

(E) urbana com características de via comercial, com média rotatividade de estacionamento e grande fluxo de pedestre, integrada geograficamente à ACC.

  • Banca: FCC
  • Órgão: TRF-4
  • Cargo: Analista Judiciário Arquitetura
  • Ano: 2010
  • Nº: 67

Para o Sistema Viário Nacional na modalidade rodoviária, Via com Acessos Parcialmente Controlados é uma via:

(A) que geralmente cruza vias principais e, devido ao fluxo moderado, tem suas saídas para essas vias principais afuniladas, com sinaleiros devidamente controlados pelo horário de fluxo da via principal.

(B) de modo geral, dividida para o trânsito direto, com separações de níveis nos cruzamentos principais, e sua regulamentação de acesso é controlada.

(C) que cruza em nível com a via principal e tem sua saída para essas afuniladas, para que o fluxo viário seja direcionado a uma simples faixa da principal.

(D) com sinaleiros inteligentes que dão acesso à via principal conforme liberação de fluxo normatizado.

(E) cujo objetivo é regular o fluxo de veículos na artéria principal, não permitindo que o excesso de veículos destas vias de acesso venha a estagnar o movimento da principal, por meio de lombadas eletrônicas e sinaleiros.