QUESTÕES

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Projeto Arquitetônico > Taxas e Índices de Projeto
  • Banca: VUNESP
  • Órgão: PORTO DE SANTOS
  • Cargo: Arquiteto
  • Ano: 2011
  • Nº: 33

Em um terreno urbano com área total de 5000 m², será construído um pequeno edifício de escritórios. O estudo de viabilidade definiu, a partir do programa de necessidades apresentado pelo usuário final, uma área útil (a chamada ‘área de carpete’) de 8 400 m². Com base na experiência de projetos similares, o encarregado do projeto estima em 25% a área computável adicional correspondente a espessuras de paredes, soleiras, circulação e outras dependências sem permanência. O custo de construção para o padrão pedido é estimado em R$ 2.000/m². Com base nesses parâmetros, o coeficiente de aproveitamento alcançado pelo projeto e o custo total serão estimados, respectivamente, em 

(A) 1,68 e R$ 16.800.000,00.

(B) 2,00 e R$ 16.800.000,00.

(C) 2,10 e R$ 21.000.000,00.

(D) 2,24 e R$ 21.000.000,00.

(E) 2,50 e R$ 25.000.000,00.

  • Banca: VUNESP
  • Órgão: TJ-PA
  • Cargo: Analista Judiciário Arquitetura
  • Ano: 2014
  • Nº: 51

Um casarão de 1 000 m², em terreno que tem 5 000 m² de área total, foi adquirido para instalação de uma repartição do poder judiciário. O imóvel tem interesse histórico e será integralmente preservado, sem previsão de ampliação futura da área construída, assim como se prevê preservar extensa massa de vegetação significativa que ocupa outros 2 000 m² no terreno. O zoneamento incidente sobre o imóvel estabelece coeficiente de aproveitamento básico 2 e máximo 4. O poder legislativo local estuda mecanismos de incentivo à preservação que poderiam compensar essas ações de preservação, por meio de operações envolvendo o direito de construir não exercido pelo proprietário.

Caso se viabilize legalmente a aplicação do instrumento, o potencial construtivo total passível de alienação será de

(A) 9.000 m².

(B) 10.000 m².

(C) 6.000 m².

(D) 20.000 m².

(E) 19.000 m².

  • Banca: VUNESP
  • Órgão: UNIFESP
  • Cargo: Arquiteto
  • Ano: 2014
  • Nº: 52

Um terreno urbano de 2 000 m² está situado em uma zona de uso que, pela legislação em vigor no município em que se situa, apresenta taxa de ocupação de 0,5, coeficiente de aproveitamento mínimo de 0,2, básico de 1,0 e máximo de 2,5. As áreas construídas máximas permitidas sem outorga e com outorga de potencial adicional construtivo são, respectivamente,

(A) 400 m² e 2 000 m².

(B) 400 m² e 5 000 m².

(C) 1 000 m² e 2 500 m².

(D) 1 000 m² e 5 000 m².

(E) 2 000 m² e 5 000 m².

  • Banca: ESAF
  • Órgão: MINISTÉRIO DA FAZENDA
  • Cargo: Arquiteto
  • Ano: 2013
  • Nº: 11

A implantação de um objeto arquitetônico pressupõe a observância de uma série de condicionantes que interferem diretamente na qualidade do edifício, tais como clima, topografia, condições do solo, nível de ruído local. Além desses, o arquiteto deve levar em conta os parâmetros definidos para a localidade, quais sejam: recuo, afastamento, altura, taxa de ocupação, coeficiente de aproveitamento, taxa de permeabilidade, cota de soleira etc.

Sobre esse assunto, assinale a opção incorreta.

a) Cota de soleira – dimensão vertical medida desde a soleira da edificação até o ponto mais alto do edifício, incluindo a cobertura. 

b) Coeficiente de aproveitamento – relação percentual entre a área total edificável e a área total do terreno.

c) Taxa de ocupação – relação percentual entre a projeção horizontal da edificação e a área total do terreno. 

d) Taxa de permeabilidade – relação percentual entre a área non edificandi e a área total do terreno. 

e) Gabarito – altura máxima medida a partir da cota de piso até o ponto máximo da edificação. 

  • Banca: ESAF
  • Órgão: MINISTÉRIO DA FAZENDA
  • Cargo: Arquiteto
  • Ano: 2013
  • Nº: 12

Com a finalidade de garantir a função social da propriedade, o Plano Diretor deve estabelecer o coeficiente de aproveitamento básico e, no caso da outorga onerosa do direito de construir, os limites máximos a serem atingidos pelo coeficiente de aproveitamento. Considerando esses parâmetros, assinale a opção incorreta

a) Com base no coeficiente de aproveitamento básico, é possível determinar se a propriedade está subutilizada.

b) Solo criado corresponde a toda área edificável  além do coeficiente básico de aproveitamento, legalmente fixado para o terreno pelo poder municipal.

c) Considerando um coeficiente de aproveitamento de 0,20, um terreno de 1.000 m² que tem apenas 250 m² de área construída é subutilizado. 

d) Em um terreno de 1.200 m² com um coeficiente  de aproveitamento máximo igual a 2,4, a área máxima a ser construída, somando a área de todos os pavimentos, é igual a 2.880 m².

e) Os limites máximos a serem atingidos pelo coeficiente de aproveitamento baseiam-se na proporcionalidade entre a infraestrutura existente e o aumento de densidade esperado para a área.