QUESTÕES

56
Urbanismo > Sistema Viário e Mobilidade Urbana
  • Banca: CESPE
  • Órgão: MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO
  • Cargo: Analista de Infraestrutura - Desenvolvimento Urbano
  • Ano: 2012
  • Nº: 152

Na figura I, abaixo, é mostrada a dificuldade de um cadeirante para vencer o desnível do meio-fio, que consiste em uma das muitas barreiras arquitetônicas que pessoas com mobilidade reduzida enfrentam em seu dia a dia. Na figura II, por sua vez, são estipuladas dimensões para o rebaixamento de calçada e, na figura III, são assinaladas instruções a respeito do rebaixamento de calçadas.

     

As rampas

  1. serão localizadas na direção da faixa de travessia de pedestres;
  2. distarão, no mínimo, três metros dos postos de curva, quando em esquinas;
  3. terão inclinação máxima de quatorze por cento em relação à via;
  4. terão largura mínima de um metro e vinte centímetros;
  5. apresentarão desnível entre o final da rampa e o nível da via, não superior a um centímetro e meio;
  6. serão executadas em material antiderrapante, diferenciado do restante do piso de calçada e assentado de maneira uniforme.

 

  1.  

 

Conforme as figuras II e III evidenciam, as políticas de mobilidade e acessibilidade urbana incorporaram diversos conceitos e legislações, entre as quais a NBR 9050, que apresentou conflitos em relação a legislações anteriores. Considerando o conjunto de informações apresentadas, proponha soluções para o problema da acessibilidade e mobilidade urbana, abordando, necessariamente, os seguintes aspectos:

  • conceituação de acessibilidade e mobilidade urbana;
  • conceituação e exemplificação de barreira arquitetônica urbana;
  • identificação das diferenças entre as recomendações projetadas na figura II e as instruções apresentadas na figura III. 

(trinta linhas) 

  • Banca: CESPE
  • Órgão: TJ-CE
  • Cargo: Analista Judiciário Arquitetura
  • Ano: 2014
  • Nº: 47

A respeito de elementos do subsistema viário, assinale a opção correta.

A) A velocidade máxima permitida nas vias coletoras, destinadas a coletar e distribuir o trânsito em locais de saída entrada de vias locais, é de 60 km/h.

B) Diferentemente das vias expressas, as vias arteriais possuem intersecções em nível, não são controladas por semáforo, e dão acesso às vias locais; nessas vias, a velocidade máxima permitida é de 50 km/h.

C) Nas vias expressas, que possuem intersecções controladas por semáforo, com acessibilidade aos lotes lindeiros, às vias arteriais e às secundárias, e onde não há travessia de pedestres em nível, a velocidade máxima permitida é de 80 km/h.

D) De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, as vias são classificadas em cinco tipos, de trânsito rápido, expressas, arteriais, coletoras e locais.

E) As vias locais, onde a velocidade máxima permitida é de 30 km/h, possuem intersecções em nível, não são semaforizadas e destinam-se apenas ao acesso local ou a áreas restritas.

  • Banca: CESPE
  • Órgão: TRT-8
  • Cargo: Analista Judiciário Arquitetura
  • Ano: 2013
  • Nº: 17

A respeito dos subsistemas viário e de drenagem, assinale a opção correta.

A) As vias coletoras ligam vias locais de setores ou bairros com as arteriais e servem também ao tráfego de veículos de transporte coletivo.
B) As vias locais são utilizadas tanto por veículos como por transeunte, ou seja, apresentam utilização exclusiva.
C) Quanto mais adensada for a área servida pela rede de circulação, menor será o coeficiente de escoamento adotado no método racional de determinação da vazão máxima de projeto de drenagem.
D) As vias expressas são de alta velocidade, unidirecionais, não possuem cruzamentos e podem ter também mais de duas pistas de rolamento e acostamento. Esse tipo de via não é indicada para tráfego de pedestres.
E) As vias arteriais são geralmente denominadas avenidas e interligam áreas distantes em pistas bidirecionais.
 

  • Banca: CESPE
  • Órgão: FUB
  • Cargo: Arquiteto e Urbanista
  • Ano: 2013
  • Nº: 79

Julgue os itens seguintes, a respeito de subsistemas de infraestrutura urbana.


Via expressa primária é uma via de capacidade e velocidade bastante reduzidas, devido a eventuais interseções e permissão de acesso a determinados tipos de uso do solo.

  • Banca: CESPE
  • Órgão: MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO
  • Cargo: Analista de Infraestrutura - Desenvolvimento Urbano
  • Ano: 2012
  • Nº: 77

Os instrumentos de controle urbano definidos por nossos planos diretores têm sido duramente postos à prova — alguns diriam, com imensas dificuldades — face a desafios urbanos, como a explosão de crescimento urbano desde a segunda metade do século XX, ainda em progressão em algumas regiões do país. Estes instrumentos consistem de guias normativos de prescrição de usos e condicionantes para as formas arquitetônicas. A questão que se apresenta é: como modelos normativos podem guiar as dinâmicas cada vez mais complexas (e potencialmente contraditórias) da cidade brasileira?

Vinícius Netto e Renato Saboya. A urgência do planejamento: a revisão dos instrumentos normativos de ocupação urbana. Internet: <www.vitruvius.com.br>.

Tendo como referência o texto acima e os múltiplos aspectos a ele relacionados, julgue os itens que se seguem.


Os projetos urbanos resultantes da crítica ao urbanismo moderno, em sua maioria de grandes dimensões viárias, prezam pelos deslocamentos rápidos sem, no entanto, aumentar a superfície viária, como forma de evitar cruzamentos excessivos ou o esgarçamento da malha urbana.