QUESTÕES

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Urbanismo > Planejamento e Gestão Urbana
  • Banca: CESPE
  • Órgão: FUB
  • Cargo: Arquiteto e Urbanista
  • Ano: 2009
  • Nº: 85

O mundo hoje é urbano, portanto, grande parte de seus habitantes vive em cidades — palcos de lutas em jogos incessantes de variados interesses. Ser cidadão, e morador da cidade, significa ter consciência de direitos, reivindicá-los, e cumprir, com responsabilidade, seus deveres. A vida em cidades continua a ser um desafio no século XXI, pois, no jogo urbano quotidiano, conflitantes interesses se apresentam. Qualquer que seja a sua escala, a cidade é uma organização viva, dinâmica, com suas diversificadas partes em permanente interação. No Brasil, ao longo do século XX, muitas cidades nasceram, cresceram e se desenvolveram. Foi nesse século que o país mais se urbanizou. Hoje, o território nacional abriga 170 milhões de habitantes. Chegamos ao ano 2000 com 137.755.550 brasileiros vivendo em áreas urbanas, o que significa que 81% da população brasileira moram em cidades. Muitas foram as consequências desse veloz processo.

Isabel Cristina Eiras de Oliveira. Estatuto da cidade: para compreender.
Rio de Janeiro: IBAM/DUMA, 2001, p. 64 (com adaptações).

Tendo o texto como referência inicial, julgue os itens de 85 a 90, acerca do planejamento urbano, do plano de gestão e de conservação das cidades e diretrizes gerais de política urbana.


Para efeito dos planos diretores, o coeficiente de aproveitamento é a relação entre a infraestrutura existente e o aumento de densidade esperado em cada área urbanizada.

  • Banca: VUNESP
  • Órgão: TJ-PA
  • Cargo: Analista Judiciário Arquitetura
  • Ano: 2014
  • Nº: 63

Em assentamentos precários ocupando terrenos de várzeas, são riscos geotécnicos associados diretamente a margens de cursos d’água

(A) solapamentos kársticos e inundações.

(B) corridas de lama e escorregamentos de encostas.

(C) corridas de lama e solapamentos kársticos.

(D) solapamento de fundações e inundações.

(E) solapamento de fundações e escorregamento de encostas.

  • Banca: VUNESP
  • Órgão: UNIFESP
  • Cargo: Arquiteto
  • Ano: 2014
  • Nº: 37

É usual organizar a elaboração de planos urbanos em etapas que compreendem a constituição de uma base de dados relevantes, a análise desses dados e a posterior elaboração de propostas de intervenção. Dentre as alternativas, podemos denominar essas três atividades, respectivamente, como

(A) levantamentos, diagnóstico e plano.

(B) diagnóstico, prognóstico e plano.

(C) diagnóstico, levantamento analítico e prognóstico.

(D) levantamento analítico, projeções e prognóstico.

(E) levantamentos, prognósticos e projeções.

  • Banca: FCC
  • Órgão: TRT-5
  • Cargo: Analista Judiciário Arquitetura
  • Ano: 2013
  • Nº: 34

O programa Verde Perto da Prefeitura Municipal de Salvador, que tem por objetivo valorizar a paisagem urbana através da oferta de espaços diferenciados voltados ao lazer, ao bem-estar e ao convívio social, é coordenado pela Secretaria 

(A) Cidade Sustentável − SECIS.

(B) de Desenvolvimento, Turismo e Cultura − SEDES.

(C) Municipal de Gestão − SEMGE.

(D) Municipal de Urbanismo e Transporte − SEMUT.

(E) da Infraestrutura e Defesa Civil − SINDEC.

  • Banca: VUNESP
  • Órgão: CETESB
  • Cargo: Arquiteto
  • Ano: 2013
  • Nº: 47

Em uma cidade média formada por “mares de morros”, observa-se um modelo de urbanização de alta densidade que impermeabiliza o solo nos topos dos morros e meias encostas sem controle urbanístico. As áreas baixas e várzeas são objeto de um intenso controle urbanístico e ambiental por se tratar de uma unidade de conservação. Entretanto, não há fiscalização. Essas áreas baixas foram ocupadas informalmente por uma população de baixa renda, que representa 25% da população urbana.

Assinale a alternativa mais adequada para um projeto de reurbanização por parte do Poder Público com menor custo social e econômico, prevendo um longo período de amortecimento dos investimentos.

(A) Imediata remoção da população com programa de conscientização ambiental.

(B) Regularização fundiária das áreas baixas sem dispêndio de recursos com infra-estrutura.

(C) Remoção de toda a população da cidade e implantação de um plano urbanístico que leve em conta a população existente e seu respectivo crescimento vegetativo.

(D) Regulamentação urbanística nas áreas altas e de meia encosta, favorecendo a permeabilidade de solo em conjunto com regularização fundiária e urbanística das áreas baixas e realocação da população em área de risco.

(E) Regulamentação urbanística nas áreas altas e de meia encosta, favorecendo a permeabilidade de solo em conjunto com remoção de toda a população em área de risco e construção de conjunto habitacional em área de expansão urbana.